Caminho de Santiago

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Aniversariantes do Mês

- Geovani dos Santos Freitas

- Angela Catarina Brandão Resende

- Gizelle Matos de Souza

- Izolina Costa Ferreira

- Antonio Carlos Barros Duarte

- Dora Anchieta de Freitas

- Rose Kátia Murta Pinheiro

- Martina Hoblik

- Elizabeth de Araújo Soares

- Ana Paula Amaral Coutinho

- Wanessa Cardoso Matozinhos

- Silvana de Morais Fagundes

- Patricia Magalhaes da Fonseca

- Lucilete de Lima

- Luana Shisley de Souza Soares

- Margaret Aparecida da Silva Caputo

- Isaura Margarida Vaz

- Rosária de Pompéa Martins Pereira

- Joaninha Thome Guimaraes

- Reinaldo Magela Reis

- Cláudia Lage Michalaros

- Antônio Sérgio Pires

- Ricardo Esteves Vieira

- Kaciana Fernandes Alonso

- Antônio Santos Andrade

- Gilvader Corrêa de Faria

- Simone de Fátima Vieira Sales

- Célia Cristina Botelho

- Leticia Nogueira Cardoso Rodrigues

- Iago Isaias Ferreira Pinto Fernandes

- André de Almeida Oliveira

- Alcebiades Paulino Silverio Neto

- Dorotéia Fernandes da Silva

- Silvio Duarte dos Santos

- Rosália da Silva

- Maria do Carmo Caiafa

- Giselle da Silva Chagas

- Suelen Alvares

- Renata Assuncao Campos do Amaral

- Maria de Fátima Nascimento

- LUIZ CLAUDIO DE FREITAS









POR ESTE MUNDO
Ó Deus, nós te damos graças por este universo, nosso lar; pela sua vastidão e riqueza, pela exuberância da vida que o enche e da qual somos parte. Nós te louvamos pela abóbada celeste e pelos ventos, grávidos de bênçãos, pelas nuvens que navegam e as constelações, lá no alto.

Nós te louvamos pelos oceanos, pelas correntes frescas, pelas montanhas que não se acabam, pelas árvores, pelo capim sob os nossos pés. Nós te louvamos pelos nossos sentidos: poder ver o esplendor da manhã, ouvir as canções dos namorados, sentir o hálito bom das flores da primavera.

Dá-nos, rogamos-te, um coração aberto a toda esta alegria e a toda esta beleza, e livra as nossas almas da cegueira que vem da preocupação com as coisas da vida e das sombras das paixões, a ponto de passar sem ver e sem ouvir até mesmo quando a sarça, ao lado do caminho, se incendeia com a glória de Deus. Alarga em nós o senso de comunhão com todas as coisas vivas, nossas irmãs, a quem deste esta terra por lar, juntamente conosco.

Lembramo-nos, com vergonha, de que no passado nos aproveitamos do nosso maior domínio e dele fizemos uso com crueldade sem limites, tanto assim que a voz da terra, que deveria ter subido a ti numa canção, tornou-se um gemido de dor.

Que aprendamos que as coisas vivas não vivem só para nós; que elas vivem para si mesmas e para ti, que elas amam a doçura da vida tanto quanto nós, e te servem, no seu lugar, melhor que nós no nosso.

Quando chegar o nosso fim, e não mais pudermos fazer uso deste mundo, e tivermos de dar nosso lugar a outros, que não deixemos coisa alguma destruída pela nossa ambição ou deformada pela nossa ignorância. Mas que passemos adiante nossa herança comum mais bela e mais doce, sem que lhe tenha sido tirado nada da sua fertilidade e alegria, e assim nossos corpos possam retornar em paz para o ventre da grande mãe que os nutriu e os nossos espíritos possam gozar da vida perfeita em ti.

(Orações por um mundo melhor, Walter Rauschenbusch, PAULUS, 1997)



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